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Namoro: viva esta etapa assertivamente

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Este artigo “nasceu” após minhas inúmeras leituras e estudos acerca do comportamento das mulheres em seus relacionamentos conjugais, pois este tem sido o 
tema mais recorrente que aparece no dia a dia de minha clínica, e sem dúvida alguma, o que gera maior sofrimento e prejuízo na vida das inúmeras mulheres (de diferentes idades, porém com preocupações e anseio similares) que me buscam. Vejo claramente 
no público feminino uma busca incessante por um relacionamento duradouro e feliz, em contrapartida, eu vejo, também, que elas emitem comportamentos contrários aos que poderiam levá-las a conseguir esses resultados. Por exemplo, observo que falta uma importante parcela de amor próprio, logo acabam tratando os homens com quem se relacionam como se fossem os últimos cônjuges do universo, como se não 
houvesse a possibilidade de se relacionar com mais ninguém. Peço meninas, que você seja a primeira pessoa em sua vida, e compreenda o que estou dizendo, pois não estou pregando o egoísmo, muito além disso, estou reforçando o amor por você, que de fato deve ser a pessoa mais importante de sua vida! Um relacionamento real é um exercício em constante desenvolvimento, assim, você precisa saber que ele deve ser construído, e que ele passa por fases e etapas. Não desmereça nenhuma delas, viva intensamente cada momento da história do casal. Conclui – se, portanto, que se devemos passar por cada etapa de maneira adequada, digo que é necessário pensar em um namoro como apenas namoro, tentando, portanto, se comportar em acordo com o papel que você possui. Se você é namorada, comporte – se como tal. Não dá para termos uma namorada querendo fazer o papel de uma esposa, acaba não dando certo. Hoje eu estava conversando uma questão interessante com uma cliente querida, e estávamos discutindo a importância dos papéis. Ao longo de minha sessão com ela, me veio um exemplo legal para nós duas analisarmos, por exemplo, se você namora um rapaz e o mesmo é hospitalizado e precisa ficar cinco dias internado, é muito assertivo e esperado que você auxilie os pais e a família do seu namorado, que você ajude levando
alimento para eles, se disponha a ficar um período no hospital para que eles tomem banho e tenha um momento de descanso, e que você até se solidarize se colocando a disposição para qualquer auxílio que precisarem. Entretanto, você não pode se esquecer em momento algum que ainda assim, é a namorada dele, e não a esposa. Pois a responsabilidade para tal situação que coloquei é da família do moço, e não sua. Então não tome a rédea de circunstâncias que não te dizem respeito, porque se não respeita o seu papel, pode acabar ofendendo e ferindo a família do seu companheiro, mesmo que você acredite que quer apenas ajudar e que tem boa intenção. O importante neste meu exemplo é colocar – se a disposição, e ser uma pessoa prestativa, contudo, tome cuidado para não cometer excessos e ser uma presença, inclusive, que atrapalhe.Por outro lado, ainda falando em papéis, quando você se casa com este rapaz que estou mencionando, e ele é hospitalizado, da mesma forma que coloquei acima, a responsabilidade e os cuidados passam a ser apenas seus. Isso não quer dizer, também, que não possa contar com o apoio da família dele, porém, consegue entender que faz parte do seu papel assumir essa situação que o seu marido está passando? Nota que a demanda agora é sua, e não da família do seu esposo? Pois é essa a reflexão que proponho, que façamos uma coisa de cada vez, e que nossa conduta seja compatível com a etapa e fase da relação que estou vivendo. O futuro irá se construindo da melhor maneira possível se agirmos com inteligência, é necessário mantermos um dos pés no chão! Seja sábia, conduza a sua relação respeitando o seu papel e dê o tempo preciso para as coisas acontecerem como você tem sonhado!
“ É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você 
 
parar para pensar, na verdade não há “(Renato Russo).
 
Dra. Letícia Guedes
Psicóloga Clínica
Analista do Comportamento
Especialista em Terapia Comportamental – Cognitiva
Mestre em Psicologia
Articulista do Diário da Manhã
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