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Artigos

Musculação e Síndrome de Down

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O nascimento de um bebê, sem dúvida alguma, é um momento único e mágico na trajetória de uma família, mas quando essa gravidez foge dos padrões sperados” e os pais se deparam com um diagnóstico como a síndrome de down, por exemplo, surge uma mistura de sensações e sentimentos como o medo e angústia em lidar com uma situação antes desconhecida. No passado, a síndrome de Down esteve fortemente ligada ao termo “mongolóide”, pelo fato de pessoas acometidas pela síndrome apresentarem traços físicos similares ao da população da Mongólia.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), muito apropriadamente, solicitou a retirada de tais erminologias, e essas nomenclaturas foram posteriormente abolidas, por serem consideradas arcaicas e pejorativas.A trissomia 21, também conhecida como síndrome de down, é uma anormalidade cromossômica caracterizada por uma série de sinais e sintomas. Sabe-se que esta síndrome ocorre devido a uma alteração genética ocasionada a partir do erro na divisão celular durante a fase embrionária, dessa forma, é possível perceber que esses indivíduos possuem 47 cromossomos, ao invés de 46 cromossomos agrupados em 23 pares, como é encontrado em pessoas que não foram acometidas por essa patologia.  A síndrome de Down (SD) é um síndrome genética bastante frequente, sua incidência é estimada entre 1 por 700 a 1 por 900 nascimentos, é um dos defeitos congênitos mais comuns. Pode ser observada em todas as raças, gênero, grupos étnicos, classes  socioeconômicas e nacionalidades, é importante salientar que a idade da mãe está correlacionada ao risco de conceber uma criança com a síndrome. Quando a mãe apresenta idade entre 20-24 anos, o risco é de 1/1490, já com 40 anos é de 1/106, e com 
idade de 49 anos este número fica em 1/11 nascimentos.Nota - se nessas pessoas uma hipotonia (redução ou perda do tono muscular), que está intimamente relacionada a um retardamento no desenvolvimento motor e a consequente diminuição da força dos músculos estriados esqueléticos, desse modo, possuem uma reduzida força muscular. É sabido que qualquer atividade física trás inúmeros benefícios a saúde, obviamente não seria diferente para indivíduos com síndrome de down. A prática de uma atividade como a musculação, por exemplo, ajuda a promover o desenvolvimento, podendo auxiliar a explorar suas próprias capacidades, além de melhorar o estado físico geral e a resistência, levando o praticante 
a desenvolver a força muscular, melhorar a coordenação, bem como as habilidades motoras.
Portanto, se levarmos a prática de atividade física para a vida e a rotina de pessoas com síndrome de down, isso possibilitará a tonificação dos músculos dos braços, peito, ombros, costas e pernas e os paravertebrais, ajudando, inclusive, a estabilizar as articulações da cervical e postura da cabeça. Outro ponto importante é privilegiar a musculatura abdominal, pois ela é responsável por proteger as vísceras, além de ajudar na manutenção da postura correta da coluna vertebral. Para isso, os exercícios tanto isotônicos quanto isométricos são de extrema importância. Em se tratando de intensidade e volume do treino, é válido colocar que são fatores preponderantes, pois a administrar correta da quantidade da carga, do volume e da intensidade estão diretamente ligados com o conceito de qualidade, de modo que, produza efeitos positivos e não provoque lesões. Portanto, é estritamente necessário que a atividade física, principalmente para pessoas com síndrome de down, deve ser escrita e acompanhada por um professor de educação física (personal trainer), para a garantia da qualidade e de resultados favoráveis e sem riscos. Sendo assim, o treinamento de força ou muscular contribuirá para a melhora da hipotonia, proporcionando a eficácia dos movimentos, bem como um melhor funcionamento do organismo, além de ser uma estímulos diferente, capaz de incentivar a aprendizagem de crianças, jovens e adultos com síndrome de down, tornando-os mais independentes, autônomos e principalmente capazes.
 
Dra. Letícia Guedes
Psicóloga Clínica
Analista do Comportamento
Especialista em Terapia Comportamental – Cognitiva
Mestre em Psicologia
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Profo Cláudio César 
Personal Trainer
Especialista em musculação e treinamento funcional
Especialista em lesões e reabilitação ósseo – muscular
 
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