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Ansiedade na gestação: quais os prejuízos e como evitá-la?

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Durante toda a vida de uma mulher, existem três momentos, descritos  pela literatura, como sendo os mais delicados e com alguns aspectos em comum, são eles: a adolescência, a gravidez e o climatério, conhecido popularmente por menopausa. Todas estas fases mencionadas são marcadas por mudanças metabólicas e alterações emocionais, causadas pelas mudanças envolvidas no papel social, a necessidade de novos ajustamentos, bem como  reajustamentos interpessoais e ambientais, além da possível mudança de identidade. 
 
Devido a esse novo contexto, no período gestacional é comum notarmos episódios de ansiedade elevada, isso ocorre devido às várias mudanças hormonais e as preocupações geradas por múltiplos fatores, afinal de contas, mesmo que seja o segundo filho da mulher, cada gravidez é única, e, portanto, requer uma série de condutas diferentes e novas para a futura mamãe. 
Listamos alguns dos possíveis fatores causadores dessas preocupações, entre eles estão: o medo de um aborto espontâneo, caso a mulher tenha passado por isso anteriormente, problemas financeiros, gravidez de risco, o casamento 
 
ruim, ou no caso de mulheres solteiras, o fato de não ter planejado a gravidez, estar passando por situações de vida estressantes, dentre outros aspectos.Desse modo, é essencial que a mulher cuide de sua saúde e, consequentemente de seu bebê, pois a ansiedade elevada e o aumento dos níveis de estresse estão associados a uma série de problemas, como: a perturbações do sono, alterações do comportamento alimentar, dores abdominais, diarréia ou necessidade frequente de urinar, vertigem, boca seca ou dificuldade de engolir, dores de cabeça, tensão muscular, respiração acelerada, batimentos cardíacos acelerados ou irregulares, transpiração, agitação ou tremor. Se essa sintomatologia não for acompanhada e devidamente tratada por um psicólogo pode levar o indivíduo a outras complicações, entre elas estão: dificuldade de concentração, fadiga, irritabilidade, incluindo perda de controle, problemas sexuais e dificuldades para dormir, incluindo pesadelos, etc.
Portanto, a ansiedade exacerbada acaba por afetar toda a saúde física e psicológica da mulher grávida, colocando em risco o bom andamento da gravidez, e trazendo uma série de prejuízos ao bebê, quando não manejada. É importante salientar que as variações emocionais fazem parte da experiência da gravidez, e é necessário que a mulher tenha consciência de que está  passando por uma fase passageira, e que possivelmente enfrentará altos e baixos. Entretanto, caso essas reações e emoções estejam contribuindo para  o aparecimento de sintomas como os descritos acima, é fundamental que seja feito um acompanhamento terapêutico breve, a fim de ensinar a mulher alguns procedimentos para lidar com essa fase. Assim, para diminuir essa “gangorra” de emoções, e principalmente diminuir a ansiedade, tão prejudicial à mãe e ao
bebê, existem técnicas e meios de amenizar esses quadros, para tanto, além de um acompanhamento periódico com um médico, é de extrema importância um acompanhamento com um psicólogo comportamental, um profissional  capacitado que poderá auxiliar a gestante durante os dias mais complexos. 

Dra. Letícia Guedes
Psicóloga Clínica
Analista do Comportamento
Especialista em Terapia Comportamental – Cognitiva
Mestre em Psicologia
Professora da pós-graduação
Supervisora de estágio em Psicologia
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Isabella Mundim
Graduanda de Psicologia
Estagiária de Psicologia 
www.clinicavivencialle.com.br
Instagram: @clinicavivencialle
 
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